Você acha que as informações estão sendo cruzadas pelos governos?

Segundo matéria publicada na Revista ANEFAC para reduzir a sonegação fiscal, o poder público vem criando mecanismos para controlar os gastos dos contribuintes. Em 2007, o governo do estado de São Paulo lançou a Nota Fiscal Paulista, emitida pelas empresas quando requisitada pelo consumidor toda vez que ocorre uma compra e transmitida ao governo automaticamente por meio eletrônico.

Embora o programa tenha cerca de 13 milhões de contribuintes cadastrados, ainda existem muitas dúvidas sobre o uso das informações que são transmitidas pela NFP. Alguns consumidores acreditam que é uma ferramenta para cruzar dados com o que é informado na declaração do imposto de renda e autuar sonegadores. Ou seja, se o contribuinte declara que ganha pouco e não tem poupança, mas ao mesmo tempo é um potencial consumidor e investidor, levanta suspeitas da Receita Federal. Qual a sua opinião a respeito deste fato? Estamos caindo numa telha do governo?

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Diretoria de Normas Internacionais de Contabilidade aborda ICPCs 08 e 09

A reunião técnica da Diretoria de Normas Internacionais de Contabilidade da ANEFAC realizada no dia 20 de abril, em São Paulo, explorou dois pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) que estão em audiência pública. A ideia do encontro conduzido por Marta Pelucio, diretoria executiva responsável, foi entender os pontos polêmicos do ICPC 09, que trata das demonstrações contábeis individuais, e do ICPC 08, sobre a contabilização da proposta de pagamento de dividendos.

Pelucio afirmou que esta reunião complementava o último encontro do grupo, que debateu o ICPC 18, sobre investimentos em coligadas. A executiva explicou que um grande problema de tradução do IAS (International Accounting Standards) para o CPC é a demonstração contábil individual. “A opção do Comitê foi emitir o ICPC 09, uma interpretação que não tem um correlato em norma internacional, pois ele é uma realidade brasileira e diz que uma empresa controlada que vai fazer demonstrações consolidadas também deve, na demonstração contábil individual, aplicar o MEP – Método de Equivalência Patrimonial”, explicou.

Na revisão da ICPC 08, o grupo respondeu a seis questões específicas propostas pelo Comitê. Entre elas, se concordam com a previsão contida na minuta da ICPC 08 de que o dividendo obrigatório previsto na legislação societária brasileira ou no estatuto representa, na data das demonstrações contábeis, uma obrigação presente como resultado de evento passado. As sugestões deverão ser enviadas ao órgão até o dia 21 de maio.

Ao final da reunião, a executiva convidou os participantes para o 14º Congresso ANEFAC 2012, que acontece em Angra dos Reis entre os dias 17 e 20 de maio de 2012. O próximo encontro do grupo será no dia 28 de junho, em São Paulo.

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Mudanças nas normas de auditoria interna

No último dia 17, o Grupo Técnico de Processos e Riscos da ANEFAC discutiu assuntos relevantes no cenário da auditoria interna nacional e internacional. Durante a reunião técnica realizada em São Paulo, foram estudadas as mudanças nas normas de auditoria interna em discussão no IIA (Instituto Internacional de Auditoria Interna). Durante o encontro, os participantes ainda preencherem a nova pesquisa IIA; comentaram os resultados da pesquisa PwC 2012 sobre o status da profissão de auditoria interna; e definiram calendário e temas para discussão futura do grupo.

Eduardo Nunes de Carvalho, diretor executivo responsável destacou que a missão do grupo é fomentar estudos técnicos em processos, gestão de riscos, auditoria interna e governança corporativa.

Durante a reunião, os participantes opinaram sobre as alterações nas normas referentes a independência; comunicação de aceitação de riscos; exclusão do termo “risco residual”; e alteração da definição de risco. Sobre o estudo “Pulse of the Profession”, da PwC, o grupo destacou como principal conclusão o fato de que a crise econômica aumentou os riscos e, consequentemente, a importância da auditoria interna. Com isso, a profissão ganha um status mais relevante dentro das organizações.

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Participe de pesquisa:

Prezado(a) Colaborador (a).

Você está sendo convidado (a) como voluntário (a) a participar da pesquisa: RELACIONAMENTO ENTRE AS FERRAMENTAS DE CORPORATE PERFORMANCE MANAGEMENT/BUSINESS ANALYTICS E O SISTEMA DE CONTABILIDADE GERENCIAL NAS EMPRESAS.

Alguns fornecedores de Software como a Oracle, IBM, SAP possuem ferramentas (suítes) de Corporate Performance Management – CPM que automatizam o processo de gestão de desempenho de uma companhia.

Explicando melhor, o CPM é aquele famoso círculo que todos nós conhecemos, ou seja, você primeiro faz o planejamento de uma organização (Utilizando uma ferramenta de Planning), depois monitora o desempenho realizado contra o planejado(Usando ferramentas que permitem a implantação do Balanced Scorecard ou Mapas Estratégicos), depois analisa o desempenho realizado (Utilizando as ferramentas de BI) e por último replaneja (Ferramentas de Planning de novo).

Alguns fornecedores não usam mais o termo CPM, a IBM usa agora o termo Business Analytics  pois ela incorporou outras funcionalidades além do CPM (o CPM passou a ser um dos itens de BA).

Para responder o questionário copie e cole o endereço em seu navegador internet:

http://equestiona.com/cliente/P.aspx?SurveyID=n24238mK

Público respondente : Profissionais chaves nas áreas de Controladoria e Finanças que estejam trabalhando com as ferramentas.
 

Esta pesquisa está ligada ao Programa de Mestrado em Ciências Contábeis e Atuariais da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), situada no endereço Rua Ministro Godói, 969, 4º andar, sala 4E06, Perdizes, CEP. : 05015-000, São Paulo, SP.
Este questionário é inteiramente de caráter científico. Os pesquisadores irão tratar a sua identidade e a de sua empresa com padrões profissionais de sigilo. Você e sua empresa não serão identificados(as) em nenhuma publicação que possa resultar deste estudo. Ademais, cabe ressaltar que ninguém terá acesso às respostas de forma individualizada ou por qualquer agrupamento que possa comprometer o sigilo.

Você é livre para recusar-se a participar, retirar seu consentimento ou interromper a participação a qualquer momento por qualquer motivo ou risco detectado antes, durante ou após o preenchimento. A sua participação é voluntária e a recusa em participar não irá acarretar em qualquer penalidade. Ademais, sua participação no estudo não acarretará em qualquer tipo de custo, bem como não será disponibilizada nenhuma compensação financeira pelo preenchimento do instrumento.

Apenas os resultados gerais deste trabalho serão publicados no site do Banco de Teses da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (http://www.sapientia.pucsp.br/) até o final de 2012. Caso seja de seu interesse, será enviada uma cópia eletrônica do trabalho. Para isso, basta preencher o e-mail no final do questionário manifestando esse desejo.

Este estudo tem como principal objetivo investigar sobre o relacionamento das ferramentas de CPM/BA e o sistema de contabilidade gerencial (SCG) nas empresas brasileiras. A pesquisa proporcionará um melhor entendimento sobre a contribuição do CPM/BA para o SCG.

Através da pesquisa procuraremos atingir os seguintes objetivos secundários:

1)CONHECER QUAL É O PERFIL DA CONTABILIDADE GERENCIAL NAS EMPRESAS QUE USAM AS FERRAMENTAS DE CPM/BA.

2)IDENTIFICAR SE AS FERRAMENTAS DE CPM/BA FACILITAM ALGUM TIPO DE MUDANÇA NAS TAREFAS DA CONTABILIDADE GERENCIAL.

3)IDENTIFICAR QUAIS SÃO OS MÓDULOS DAS FERRAMENTAS DE CPM/BA QUE SÃO UTILIZADAS PELAS EMPRESAS.

4)CONHECER SE AS EMPRESAS UTILIZAM TODAS AS POTENCIALIDADES DAS FERRAMENTAS DE CPM/BA.

Entender essas questões promoverá um melhor entendimento do uso do CPM/BA nas empresas por parte dos pesquisadores, usuários e fornecedores das ferramentas.

Caso tenha interesse, você será esclarecido(a) sobre a pesquisa em qualquer aspecto que desejar e a qualquer momento por meio de contato direto com o pesquisador responsável (Célio Rorato Junior) e-mail: crorato@uol.com.br) ou telefone 8214-6571.
Acredito também que o resultado do trabalho (que eu enviarei para vocês), será muito importante para a comparação da situação atual da empresa com a média da amostra.
Há a possibilidade também de envio de artigos e de indicações de leitura sobre o tema.

Atenciosamente,

Equipe de pesquisa:

Célio Rorato Junior

Mestrando em Contabilidade

Pontifícia Universidade de São Paulo

E-mail: crorato@uol.com.br

Prof. Dr. Napoleão Verardi Galegale

Orientador

Pontifícia Universidade de São Paulo

E-mail: nvg@galegale.com.br

Conheça o pesquisador: CV Lattes

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Diretoria de Controladoria discute áreas de atenção das demonstrações financeiras

No dia 29 de março, a Diretoria de Controladoria da Anefac reuniu-se em São Paulo para comentar a divulgação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a respeito das áreas que requerem maior atenção nas divulgações das demonstrações financeiras após a implementação das normas IFRS (International Financial Reporting Standards).

Entre os assuntos citados, o tratamento do ativo imobilizado e sua vida útil; a taxa de utilização para caçulo do AVP; a constituição e divulgação de contingências; o reconhecimento de receitas; a incorporação reversa e a divulgação de instrumentos financeiros derivativos. Carlos Aragaki, diretor executivo de Controladoria da Anefac, afirmou que, no caso da incorporação reversa, na prática, a empresa que está com prejuízo incorpora a lucrativa para poder amortizar o prejuízo. Já sobre as notas explicativas, ele critica a falta de clareza. “Parece que fazemos as notas para nós mesmos”, considerou.

Ana Abreu, da Eduk Brasil, apontou a governança corporativa como um tema imprescindível, o qual ainda deixa a desejar no Brasil. No entanto, não se pode negar que a adaptação para IFRS trouxe uma grande mudança nesta área. Quanto às dificuldades de implementação das normas internacionais contábeis nas empresas de capital fechado, os altos investimentos são o principal problema.

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LIVROS: O ATIVISTA DA ESTRATÉGIA

Recentemente tive a oportunidade de ler o livro “O Ativista da Estratégia” de autoria de André Coutinho e Saulo Bonassi, que contou também com a participação de 26 executivos brasileiros. O livro é destinado àqueles que, nas palavras dos autores, trabalham, trabalharam ou pretendem trabalhar como Ativistas da Estratégia. Trata do desafio dos profissionais responsáveis pela execução da estratégia empresarial adotada, definido pelos autores como verdadeiros guardiões da estratégia, buscando conectar a formulação com a execução da mesma. Para esse trabalho, o ativista da estratégia deve ter diversas características presentes em pessoas dos mais diversos ramos de atividades: jogador de xadrez, engenheiro, arquiteto, educador, navegador de rally, terapeuta, designer, empreendedor e político. Obviamente nunca serão encontradas todas essas características num mesmo profissional, o que reforça muito a importância da presença de outros profissionais que complementam os perfis desejados, ressaltando o trabalho em equipe. O livro também aborda a maneira de estruturar um escritório de gestão estratégica e é enriquecido com a apresentação de dois casos nos quais a gestão estratégica foi implementada com sucesso.

A leitura é agradável, o tema é interessante e os autores tem ampla experiência no tema. Recomendo.

 JAIME GUSTAVO PLIES FERREIRA

ATUA NA ÁREA FINANCEIRA E DE CONTROLADORIA DO GRUPO SILVIO SANTOS

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Maria Helena Pettersson, sócia da Ernst Young Terco e diretora da ANEFAC Executiva, foi a entrevistada de ontem(12) no Programa Momento Econômico realizado pela ANEFAC. O assunto discutido no estúdio foi a mulher e o mercado. E ainda o quanto o desenvolvimento feminino pode interferir no desenvolvimento do país. 

Confira a entrevista: clique aqui

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Diretoria de Normas Internacionais de Contabilidade discute mudanças no CPC 18

A revisão do CPC 18 foi o tema discutido pela Diretora Executiva de Normas Internacionais de Contabilidade da ANEFAC, Marta Pelucio, na reunião técnica realizada no dia 24 de fevereiro, em São Paulo.

A Revisão do Pronunciamento Técnico CPC 18 entrou em audiência pública em 20 de outubro de 2011, sugerindo alterações nos itens 22A a 22C. De acordo com Marta, foram sugeridas mudanças significativas especificamente no item 22A, com a proposta de não eliminação dos resultados nas demonstrações individuais de uma controlada quando da venda de ativos para a controladora ou outras controladas do mesmo grupo econômico.

O CPC 18 original contém a vedação de reconhecimento de tal resultado, já que a norma original do IASB (International Accounting Standards

Board) não menciona essas transações. Seguindo os itens 12 e 21 do Pronunciamento Técnico CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro, foram adotados os procedimentos utilizados pelo FASB (Financial Accounting Standards Board). Mas após os argumentos derivados da audiência pública, sugere-se a adoção de nova prática, considerada a mais utilizada na Europa.

O assunto dividiu opiniões a respeito da melhor saída para a questão.

Ajustar o resultado não realizado, conforme CPC 18 original, ou não ajustar o resultado não realizado, conforme sugerido em audiência pública? Para Marta, o ideal é que essas mudanças fossem implementadas de forma gradual. “A mudança foi repentina e sem aviso com antecedência.

A impressão que temos é que o processo deu errado e agora é preciso corrigir o erro”, concluiu.

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A crise pelo mundo

Andrew Frank Storfer, especialista em Economia Aplicada e membro do Conselho de Administração da Anefac, falou sobre Panorama Econômico Brasileiro e a Crise Mundial durante a primeira reunião técnica de Economia de 2012, realizada em 29 de fevereiro. Para ele, quando se fala em crise, é necessário focar nos principais blocos econômicos. Entre eles, a economia americana e a zona do euro.

Ele afirmou que, nos Estados Unidos, com a queda do PIB, a ausência de confiança do consumidor, a falta de mão de obra e a enorme baixa na construção, 2011 foi o ano mais difícil. Mesmo apontando o início de reação no início do ano passado, ele ressaltou que o setor imobiliário e a construção civil ainda significam problema dentro da economia americana, pois representam grande parte da cadeia produtiva. Outros problemas são déficit público e déficit comercial muito acentuados.

Entre os países da zona do euro, Andrew destacou Alemanha como o mais estável. De acordo com ele, resolver uma crise é preciso seguir quatro passos: reconhecer o problema, identificar soluções técnicas, buscar saída política, e ter coragem para implementar as saídas encontradas.

Andrew comentou ainda o momento atual brasileiro e como o país esta reagindo à crise mundial. “Existe um cenário econômico desenhado, com poucas mudanças. Sendo assim, é possível traçar um projeto bastante favorável para o crescimento brasileiro”, destacou.

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Diretoria de Estudos Tributários analisa reestruturação societária sob ponto de vista do CARF

A reunião técnica de estudos tributários da Anefac discutiu no dia 1º de março, em São Paulo, a visão do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) sobre a reestruturação societária e a amortização do ágio. Cassius Carvalho, diretor executivo tributário da Anefac, apresentou o palestrante Gileno Barreto, conselheiro administrativo do CARF e sócio do escritório Loeser e Portela Advogados, e explicou que ouvi-lo ajudaria a entender o que o CARF pensa sobre o tema.

Há seis anos como conselheiro do CARF, Barreto possui visão privilegiada das operações de reestruturação societária sob o ponto de vista dos conselheiros contribuintes e dos conselheiros representantes do Fisco. De acordo com ele, todos estão no mesmo campo de batalhas lutando em conjunto contra alguns abusos cometidos pela fiscalização. Segundo o advogado, a dedução do ágio existe e pode ser utilizada desde que siga as regras. “O ágio é um incentivo fiscal”, opinou.

Gileno Barreto partiu dos casos mais simples até chegar ao caso da legitimidade do ágio da compra do Banespa pelo Santander. “O foco do julgamento não foi a incorporação do Banespa. O Fisco alegou que esse ágio não estava no Brasil e, sim no exterior”, esclareceu.

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